Gosto de caminhar, sempre gostei!
Também gosto de acampar... eu não sou uma pessoa "urbanizada"
Prefiro os ambientes mais selvagens
Relaxar caminhando na mata, trilhas, ouvindo o barulho das folhas e da água
Agora mesmo estou ouvindo as cigarras "cantando"
Viajo nesse som, vou longe, ora no passado, ora em outros lugares
Sou nostálgica, totalmente saudosista e com um quê de solidão
Não sempre, mas em alguns momentos estar só é uma necessidade
Uma maneira de me encontrar e reorganizar o pensamento
Principalmente nos momentos de dúvida
Quando não se entende bem os sentimentos, quando se pretende um súbito de coragem para romper uma barreira
E percebe-se que no fundo o que domina é a covardia!
Não uma covardia que será danosa, mas aquela necessária à preservação.
A coragem poderia resultar em arrependimento posterior
Melhor deixar as coisas como estão e terminar o que se começou... no final, vai ser positivo!
Eu apenas queria ir para casa...

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Que ódio tecnológico!
Tenho verdadeira irritação com os problemas insanáveis
Perdi vários arquivos porque um HD simplesmente deixou de ser lido pelo PC
Hoje perdi mais uma substancial quantidade de informações em um pen drive
Daí tenta-se conviver com um mínimo de resignação e diz-se um "Tudo bem, fazer-se o quê?"
Tenta-se, porque eu não sou equilibrada assim?
E o que eu faço com meu prejuízo?
Morro de ódio porque estabeleceu-se uma relação de dependência com essa merda
Tal como banco, detesto banco, odeio ter que depender de banco, se pudesse guardaria dinheiro (caso o tivesse!) debaixo do colchão!
Acabei de lembrar que sou hipossuficiente financeiramente (vulgo: pobre) e me sinto mais frustrada ainda!
Hoje estou sofrendo de TPM (e no meu caso o negócio é um pouco pior: é pré, trans e pós!), já instável do tipo que chora e ri!
Precisava andar com uma placa "mantenha distância para a sua segurança" pendurada no pescoço.
Fico lembrando das propagandas de absorventes que jogavam um líquido azul no Sempre Livre até o advento milagroso do Tampax: "Incomodada ficava sua avó!"
Tá bom... minha vó não fica mais incomodada, afinal não menstrua mais e já superou os calores da menopausa...
Mas e eu? Sigo na minha carreira...
Deixa eu tentar resgatar alguma coisa do pen drive!

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Paranóias

Eu sofro de algumas paranóias, pra falar a verdade muitas!
Por exemplo, tenho uma relação de amor e respeito com livros
Detesto ler xerox, gosto de comprar meus livros e toda vez que tenho que fazer algum grifo, faço-o com um pesar absurdo. (e se tiver que fazê-los, apenas EU assim posso proceder!)
Orelhas em livros? Nem pensar, isso é uma violação à "dignidade literária".
Aliado à minha paixão pelos livros, existe um respeito imoderado às obras que pego por empréstimo em bibliotecas. Eu quase surto ao ver livros de acervos rabiscados e no máximo de absurdo com páginas arrancadas! Minha curiosidade me faz tentar descobrir se o livro já pertenceu a algum outro dono e chegou à biblioteca por doação, assim as eventuais anotações serão perdoadas (a mutilação não!).
Mas sábado presenciei uma pessoa grifando um livro que não é seu, e como soube disso?
Bom, como toda boa paranóica, corri os olhos para a cena e vi o carimbo da biblioteca da faculdade onde a pessoa estuda!
Aquilo foi me incomodando ao ponto de eu levantar no metrô e procurar um outro assento antes que me sentisse envolvida a ponto de me tornar cúmplice e eventualmente julgada e condenada pelo Tribunal das Letras!
Mas o fato é que não suporto mesmo, mexe com minha estabilidade emocional, talvez seja caso de divã!
Mas me respondam: como alguém pode vilipendiar um patrimônio que não é seu? O certo seria essa pessoa restituir à biblioteca um exemplar novo, já que o pressuposto do empréstimo é a devolução da coisa nas mesmas condições da retirada!
É uma falta de educação e respeito com os demais usuários que poderão eventualmente ter que "conviver" com o gesto arbitrário de outrem, e não sei quanto a vocês, mas grifos causam a sensação de relevância e de alguma forma viciam nossa leitura... acho o fim!

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Sensação de medo!

Eu tenho medo de algumas coisas, tenho medo da quantidade de informações que são veiculadas no meio virtual e são apropriadas como verdades sem qualquer senso ou rigor técnico.
Tenho medo de "emburrecer"! Muito medo de descobrir que perdi a capacidade de pensar e passei apenas a reproduzir o que outras pessoas disseram, ainda que as palavras ditas não passem de especulação ou grandes mentiras.
Medo de passar a acreditar em frases feitas, em idéias postas, de ficar robótica!
Estão dilapidando o ensino, tem gente falando de coisas que não tem a menor noção do que seja, as faculdades, as escolas, as agremiações...
Com as informações circulando livremente sem controle, é um Deus nos acuda!
Só espero, mui sinceramente, que eu não me torne uma pessoa que apenas repete o que leu ou ouviu dizer!

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Ontem li esse poema escrito por Bruno Gouveia em homenagem ao filho Gabriel de 2 anos, morto em um acidente de helicóptero na Bahia, e fiquei imaginando a dor e, como mãe, fiquei pensando na extensão da dor... acho que ele traduziu um pouco do que isso deve representar:

Partida

a morte de um filho

é uma gravidez às avessas

volta pra dentro da gente

para uma gestação eterna

aninha-se aos poucos

buscando um espaço

por isso dói o corpo

por isso, o cansaço

E como numa gestação ao contrário

a dor do parto é a da partida

de volta ao corpo pra acolhida

reviravolta na sua vida

E já começa te chutando, tirando o sono

mexendo os órgãos, lembrando o dono

que está presente, te bagunçando o pensamento

te vazando de lágrimas e disparando o coração,

A morte de um filho é essa gravidez ao contrário

mas com o tempo, vai desinchando

até se transformar numa semente de amor

e que nunca mais sairá de dentro de ti.


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Confusão!

Café e Livros!
Ler é uma terapia! Pra mim é o melhor dos exercícios, sou viciada em livros!
Como me faz falta me enregar à leitura, ampliar minha capacidade de interpretação...
Quero minha rotina de volta!!!! Estou cansada de acordar de madrugada e ir dormir (?) tarde!
Quero ficar na minha casa, quieta, lendo para meu filho, lendo para mim, discutindo livros com meu marido!
Quero estudar o que realmente gosto e o que verdadeiramente tem algum significado para mim.
Tá, podem dizer: conhecimento é sempre válido!
Ok! Concordo, mas no estágio atual, quero me concentrar naquilo que pode fazer alguma diferença no meu âmbito de atuação... tem coisas que para mim não tem qualquer aplicabilidade!
Quero comprar a minha máquina de "Expresso" e tomar meu cafezinho enquanto leio!
Estou cansada, e hoje lamentando tudo! Quero dormir, porque não dormi à noite... quero ficar quietinha, no silêncio, sem ouvir ou dizer nada, quero respirar e concentrar no movimento e no som da minha respiração, quero ouvir meu coração!
Misturei tudo, mas quero o som do silêncio, e só!

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Achei um Blog Legal!

Estava pesquisando no Google, meio sem nada para fazer e encontrei um blog bacana, que fala de um assunto que muito me agrada: comida!!!

Sugiro o Blog do Rusty!

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Desde o fim de semana quero escrever aqui
Fomos pra Ipatinga na sexta-feira à noite (09/09), já estava preparada para a BR 381
Emblemática 381, estressante, cansativa... é preciso uma boa dose de ânimo e calma, do contrário é susto e tensão.
Pois bem, logo na saída do anel, o que aconteceu? O de sempre: Engarrafamento!
Uma ponte está danificada (precisa reforçar a estrutura) desde a semana santa e foi criada uma alternativa que obviamente exigirá dos motoristas uma dose a mais de paciência!
A ponte não está pronta, demorará ainda a ficar pronta e tomara que fique ao menos boa! Porque em se tratando de Brasil... essa demora em resolver o que é urgente é massacrante!
Bom, a rodovia está com radares (vários) até João Monlevade, porque o índice de acidentes é alarmante, ao menos uma ação positiva no sentido de "educar" os motoristas (irresponsáveis).
Depois de aproveitar muito meu filhote, hora de voltar!
O que acontece?
Engarrafamento próximo a Ravena! Socorro! Mais de uma hora naquela tortura! Aquilo é desumano e nesse caso a culpa não é exclusivamente da ponte, porque na volta é regra! Quem consegue viver com isso?
Canso só de lembrar...

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Diariamente

Amo essa música!


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Sensação boa

Estou vivendo um momento muito bom!
Há muito tempo não me sentia tão bem assim... uma sensação de capacidade, de possibilidade e sobretudo, de realização.
Como é bom conseguir executar uma tarefa com êxito, saber que deu tudo (ou quase tudo) certo! Hoje foi um dia muito importante para mim, participei de uma atividade logo pela manhã que eu julgava me causaria uma úlcera. Ansiedade, frio na barriga, aquele anseio pavoroso de se errar quando não se pode errar, diante no grande número de pessoas te fiscalizando...
MAS DEU CERTO!
Claro que pode melhorar, mas foi um passo importante!
EU CONSEGUI!!!!!!!!!!!!
Pessoalmente, acho que a nuvem de tempestade resolveu se afastar antes que a chuva caísse, estou bem, mas bem melhor!
Aliás, estou ótima!
O único senão é a distância do meu pequeno amado João Carlos, mas sexta-feira estarei com ele e terei a chance de matar um pouco da grande saudade que sinto!

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Educação sexual

Estou tendo aulas de saúde coletiva e nas conversas com meu professor, percebi o quanto podemos ser hipócritas ou ignorantes.
Por que as pessoas são tão resistentes quando o assunto é sexo? Por que tanto medo de um ato que todos (ou quase) praticam e senão o fazem hoje o farão um dia? Sexo é saudável, é necessário, é básico conforme apresentado na pirâmide de Maslow. Então por que esse tabu, como se os praticantes de sexo pertencessem a uma sociedade secreta?
Fato é que, as escolas tem um papel preponderante nesse assunto. Quer dizer que seja exclusivo da escola? Não! O ideal mesmo seria uma parceria das Secretarias de Educação com as Secretarias de Saúde para que, em conjunto, através do trabalho de profissionais qualificados essa disciplina fosse inserida nos diversos cursos.
Os pais tendem a acreditar que são amigos dos seus filhos, podem até ser. Mas penso ser a minoria que tem um diálogo franco, do tipo: "_ Mãe, ontem saí com fulana e a gente transou! Foi bacana e não preocupa porque eu usei camisinha, ok?"
Da mesma forma, os pais não contam para os filhos a noite de sexo de ontem... apesar dos filhos adolescentes saberem que os pais transam.
Conversar sobre sexo não significa necessariamente educar para o sexo. Papel de pai e mãe é ser pai e mãe. O (A) adolescente normalmente confidencia suas experiências sexuais para os amigos mais chegados, com pai e mãe a conversa é de outra ordem. Da mesma forma sentimo-nos mais à vontade para conversar sobre determinados assuntos com um terceiro, uma pessoa neutra.
Mas as pessoas (os pais sobretudo) se horrorizam quando a escola vai promover educação sexual, falar do uso correto de preservativo, de prevenção... acham que isso estimulará a iniciação sexual precoce. Penso que não! Essa iniciação tem muito a ver com o arcabouço cultural de cada um, a sua estrutura familiar e religiosa. Não é poque eu vi uma cena de sexo na TV que eu vou sair por aí fazendo sexo. Pra mim esse medo é uma paranóia.
Um outro aspecto é que na atualidade a busca pelo prazer é uma crescente, aquela coisa hedonista, pelo qual o prazer é o supremo bem. Uma exposição nas novelas desenfreada do prazer sexual, pelo consumo... considero que se banaliza até demais alguns assuntos, mas enfim!
Fato é que, dados do IBGE apontam para um número expressivo de gravidez na adolescência (7,3% das adolescentes entre 15 e 17 anos tem pelo menos um filho), um aumento no número de infecções pelo HIV (Bibliomed), sem contar a exposição precoce ao tabaco e álcool, além de outras drogas...
É um "pecado" querer o prazer? Óbvio que não, mas é imprescindível que o jovem aprenda uma regra básica "causa e consequência", ou seja, posso fazer o que eu quiser, mas das minhas ações decorrerão fatos que culminarão em responsabilidade futura. Então porque não estimular a responsabilidade como forma de se evitar danos futuros? Por que não se evitar uma gravidez, ao contrário de defender o aborto?
Isso é questão de saúde pública! Essas jovens que engravidam e tem seus filhos interrompem, em muitos casos, a própria vida, perdem a oportunidade de estudar e pleitear algum ganho social, engrossa as estatísticas e sabe-se lá qual o modelo de educação poderá oferecer ao próprioo filho. E nos casos de DST's, chega ser desnecessário tecer qualquer comentário.
Educar é isso, é contruir bases de cidadania, de exercício consciente, de responsabilidade social. Não adianta tapar o sol com a peneira... ainda que alguns assim queiram!

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Tem coisa mais desagradável que banheiro feminino sem papel higiênico?
Deveria haver uma lei federal instituindo que todo e qualquer banheiro público deveria estar abastecido como rolos principais e reservas de papel higiênico.
Convenhamos, nada pior do que precisar de um banheiro público! Nossa educação não nos permitiu relaxar nesse ambiente!
É torturante, massacrante, por vezes humilhante. O código feminino do banheiro público vai bem além da necessidade de se ir acompanhada.
É aquela voz que te faz lembrar: "não assenta no vaso porque está contaminado!!!"
Aquele pânico de uma doença qualquer te impede de vencer esse medo inconsciente ou se arriscar (saibam: TODA mulher ouve essa voz)
Normalmente o banheiro público já está em estado de petição de miséria, só sendo uma sobrevivente de "No limite!" pra arriscar a sentar e ser devorada pelo mostro da privada assassina!
É no limite da honra e da dignidade! Porque banheiro feminino normalmente é apertado, não tem trinca na porta, o que te obriga a fechá-la com a cabeça.
Também não tem um ganchinho, nenhuma peça que possa ser improvisada para se pendurar uma bolsa, daí tem que ser equilibrista, malabarista ou suicida (lembro de um texto onde a autora diz que a alternativa é pendurar a alça no pescoço).
Agora pensa: bolsa pendurada no pescoço! Desconheço uma bolsa de mulher que seja leve, porque existe uma mania de carregar todos os segredos bem junto do corpo.
Façam um esforço mental: Posição semi-sentada (meio que um avião que vai decolar), cabeça fechando a porta, bolsa equilibrada em algum lugar, braços abertos segurando a parede, senão se desaba (aqui uma adaptação, a parede precisa oferecer um mínimo de segurança biológica para tal), quando finalmente se consegue cumprir a função social do banheiro, ou seja urinar, fazer xixi, mijar... qualquer coisa! Olha-se pro lado: cadê o papel?
O cúmulo da indignidade! Dá aquela vontade de chorar (as mais femininas) ou então de surtar, aquela coisa olhos vermelhos, cheio de sangue querendo destruir tudo que está á volta, já que se chegou no fundo do poço, no vazio da honra, desprovida do mínimo essencial: um pedaço de papel!
É uma espécie de tortura! De infâmia!
Ou melhor: nada além de uma puta sacanagem!
(Estou com ódio de banheiro sem papel!)

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Surtos

"Ando tão à flor da pele / que qualquer beijo de novela me faz chorar"

Coisa mais difícil é conter os sentimentos que vem sem autorização. Difícil e chata porque nem sempre dá pra se conter ou entender. Acho que no fundo são coisas de mulher mesmo. Na mesma hora que ri já quer chorar. Uma simples mania de fazer tempestade em copo d'água. Complicar quando se podia simplificar. Não estou criticando as mulheres, estou num momento mea culpa insana, tentando colocar pra fora as minhas loucuras e esperando que toda ela ao final seja perdoada.

Às vezes deixamos de nos fazer entender porque não somos claros ou verdadeiros o suficiente. Esperamos que os outros possam adivinhar o que se passa na nossa cabeça, quais são nossas verdadeiras intenções (como se ao menos nós mesmos as conhecessemos). Reino de adivinhos capazes de nos ajudar a passar pelas tensões do dia-a-dia, fazer por nós o que não conseguimos realizar sozinhos. Mas ao contrário de pedir ajuda esperamos que o outro perceba essa necessidade e se apresente voluntariamente:

_ Ô criatura confusa, estou aqui!

Ou então como aqueles atendentes de fila de banco com a camisa: "Posso ajudar?"

Sim, pode! Me mostra a saída do labirinto que se formou em mim?

_ Sinto muito, senhora! Complicado demais...

Em outras palavras: _ Se vira, mulher! Pára de criar coisas na sua cabeça, e vai à luta!

Ok! Estou aqui, na batalha, matando um leão por dia (socorro, estou dramatizando de novo!), e tentando manter vivo o significado de tudo que está me acontecendo. Muitas idéias, muitas vontades e desejos se formam diuturnamente, mas sempre aquela coisa 4Q1POC: o Que, Quem, Quando, Quanto, Por que, Onde e Como realizar? Ou sair dessa? Ou extravasar?

Acho que nem abraçando uma almofada e gritando isso se resolve! Estou com aquelas estrofes solitárias martelando a cabeça: "Todo dia ela faz tudo sempre igual", só que eu não sacudo ninguém, eu é que levanto às 05, às vezes às 04 e outras sequer durmo!

Sei não, no final deve sobrar algo de mim. Mas está bem melhor, ao menos estou me sentindo em paz comigo mesma enquanto mulher, falta ajustar apenas as outras personagens que abrigam esse meu corpo cansado (dramatizar pra não perder o estilo!)

Por hoje é só! Amanhã tenho aula até meio-dia! Quem quiser me acompanhar, esteja à vontade!

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..............

Eu não sei dizer como estou hoje. Estou meio estática, precisando "parir" um artigo que está emperrado, não encaixou, precisando de um fórceps ou algum obstetra habilidoso que me ajudará nessa cesárea. Já corrigi, recorrigi e as idéias continuam pululando... muita coisa poderia ser dita, mas não houve tempo para elaborar algo mais consistente. Sinto que está faltando algo... percepção de alguém perfeccionista? Talvez!

O fato é que as palavras às vezes não brotam. O que acontece é sempre um desencontro das idéias com a oportunidade ou disponibilidade para estar escrevendo. Por exemplo: estou tomando banho e ao contrário de relaxar, estou pensando em um texto... nessa hora minha cabeça elabora um bom roteiro, quando tento redigir não consigo mais lembrar! É terrível... porque dá uma sensação de "pqp"! Era pra dar tudo certo, resolvido antes, bem antes dos prazos, mas tenho me tornado a guerreira da última noite!

Já não sei bem se isso é bom, ruim, mediano, medíocre... certo é que estou cansada! Minhas olheiras estão me deixando um perfeito guaxinim, bolsas pesadas sob meus olhos, trincados, vermelhos, "areados"... além da insônia! Lembro de um episódio do Frajola culpado pela suposta morte do Piu Piu (que eu odeio com toda a minha infância), e sofre de insônia, olhos quebrados numa noite sem fim... é um drama que espero findar em 06 de dezembro.

Acho que terei mais uma data de nascimento... começarei uma nova vida pós 06 de dezembro. Numa espécie de marco temporal, pré e pós!

Hoje pela manhã eu não caminhava, me arrastava pelo alojamento. Um sono mortal. Estava um tempo chove-não-chove, fresquinho... aquela vontade de deitar e dormir! Quando percebi que definitivamente não seria possível, aquela vontade de gritar, chorar, sair correndo... coisa de gente louca, já descompensada, neurótica, psicótica! Realmente é tênue a linha que separa a lucidez da loucura!

Ah! Um outro detalhe: desaprendi a formatar trabalhos científicos. ABNT deixou de ser regra e não passa de mero periódico. Que eu seja perdoada pelas heresias acadêmicas que cometerei, mas não é culpa minha, estou sendo coagida a tal. Tenho medo de emburrecer. Que isso não me aconteça. Amém!

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Carlos Drummond de Andrade

“A beleza ainda me emociona muito. Não só a beleza física, mas a beleza natural. Hoje, com quase oitenta e cinco anos, tenho uma visão da natureza muito mais rica do que eu tinha quando era jovem. Eu reparava mais em certas formas de beleza. Mas, hoje, a natureza, para mim, é um repertório surpreendente de coisas magníficas e coisas belas. Contemplar o vôo do pássaro, contemplar uma pomba ou uma rolinha que pousa na minha janela... Fico estático vendo a maravilha que é aquele bichinho que voou para cima de mim, à procura de comida ou de nem sei o quê. A inter-relação dos seres vivos e a integração dos seres vivos no meio natural, para mim, é uma coisa que considero sublime”.

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